sábado, 24 de abril de 2010

Soneto do Amigo

Postado por Babi às 23:24
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Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
 
Vinicius de Moraes

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Passadinha rápida.

Postado por Babi às 17:36
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Então gente,

Vim aqui só para contar uma novidade, que já não é novidade porque eu já coloquei aqui a algum tempo, mas só agora tive tempo de fazer um post contando.

Enfim.... você já devem ter visto, claro, pois tem um banner pink gigante logo que vocês entram no blog.

Explicando o banner: aquilo ali é o blog da minha mãe. Dicas sobre estética, moda, beleza, enfim, tudo o que uma mulher (ou menina) precisa saber sobre esses temas. Apesar de não estar ganhando nenhum tipo de mãetrocinio ou algo do tipo, o que deve ter passado na cabeça muita gente, pois afinal, coloquei um banner pink no meu blog.
Estou ganhado apenas o prazer de divulgar o blog super legal da mamis.

Bom, passei aqui só por isso mesmo.

Tenho que pensar em novos temas para poder escrever um post decente para vocês.

Beijinhos =D

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Postado por Babi às 11:56
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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.

CAMÕES, Luí Vaz de. Obras completas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988, p.284.

sábado, 17 de abril de 2010

Tudo novo de novo.

Postado por Babi às 15:02
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Faziam uns 6 meses que eu estava usando o mesmo template, então resolvi dar uma mudada.

Espero que tenham gostado, eu achei super fofo, o visual ficou mais clean. Não acham?

Beijinhos, aproveitem o dia.

sábado, 10 de abril de 2010

Love You 'Till the End

Postado por Babi às 13:16
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Todos nós seres humanos, vivemos sempre à procura de um parceiro ideal, a pessoa perfeita que te fará feliz por toda a vida, e isso não é crime, é apenas uma das metas que a maioria das pessoas espera conseguir alcançar.

O único problema é que o amor nos cega, vivemos em função dele e esquecemos de viver por nós. Ficamos loucos procurando pelo princípe encantado que virá nos buscar em seu cavalo branco e nós levará até seu castelo mágico em uma montanha encantada cercada de unicórnios e fadas. Mas ai vai uma novidade : nós não vivemos em um mundo de fantasias.

As pessoas se tornam seres irracionais quando passam a viver por outra pessoa. Nunca pense que é certo ser marionete de alguém, pode ser namorado ou namorada, nunca aceite ser o brinquedinho humano das pessoas, nem mesmo se você as amar muito. Saiba que você é muito mais importante do que qualquer outra coisa, e saiba que se algo não te faz bem, saia dessa enrrascada antes que seja tarde e você já esteja muito envolvido.

Não tente mudar uma pessoa, saiba que ela só muda se quiser, e você não é o remédio que o transformará em uma pessoa melhor de uma hora para outra. Seja auto-suficiente para poder viver sua vida sem depender de ninguém. Não namore só porque todas suas amigas têm namorado, não seja tão irracional. Não pense que todos os sapos que você beijar vão se trasformar em belos princípes. Como diz minha vó : "Antes só do que mal acompanhada".

Milhares de pessoas pelo mundo todo procuram um parceiro para se relacionar e ser feliz, mas isso nem sempre é uma tarefa simples de ser realizada, pois encontrar o par ideal às vezes é bem difícil. Seu par ideal vai aparecer na hora certa. Se o amor não for correspondido e isso só te machucar, se afaste, pois não é pra acontecer.


"Amor não é se envolver com a pessoa perfeita, aquela dos nossos sonhos. Não existem príncipes nem princesas. Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos. O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser". (Mário Quintana)



segunda-feira, 5 de abril de 2010

Um dia de merda - Luiz Fernando Veríssimo.

Postado por Babi às 13:36
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Aeroporto Santos Dumont, 15:30. Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. “Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo”. O avião só sairia às 16:30.

Entrando no ônibus, sem sanitários, senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro”. Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: “Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido às obras na pista”. Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas.

Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: “Cara, caguei”.

Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. “Que se dane, me limpo no aeroporto” – pensei. “Pior que isso não fico”. Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar e, sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Dessa vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.

Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e, entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco.

Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V”. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado, comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e, assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.

Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando “O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça se aproximou e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: “Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda!”


Carpe diem!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Pobre é uma merda.

Postado por Babi às 17:33
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Acabei de descubrir isso aqui na net. E como vocês devem desconfiar, fiquei duas horas brincando de colocar minha cabeça em diversos personagens. Dês de Abba até Village People e Coelhinho da Páscoa. 
Mas devo admitir que esse que está abaixo foi o que ficou mais engraçado, e o pior é que eu não paro de assistir. hahaha
Enfim, espero que achem graça.



Eu, meu irmão, Inêz e Alemão. Novas paquitas.

O site chama-se Pinpix . Você pode recortar sua cabeça e de seus amigos, de fotos que existem em seu computador e colocar em personagens de clipes musicais.O site é extremamente fácil de usar e o melhor de tudo: completamente em portugês.

P.S. Se eu não vier postar nada aqui nos próximos meses, é porque eles descubriram que eu postei isso aqui =D
 

Esse é o MEU conto de fadas. Copyright © 2010 Designed by Ipietoon Blogger Template Sponsored by Emocutez