segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Laetitia

Postado por Babi às 20:09
Reações: 
0 Comente aqui.
Olá pessoas,

hoje na aula de produção textual, foi nos dado uma folha onde deveríamos desenvolver o tema que nos foi proposto. E o tema era "em todas as situações, rir é o melhor remédio?". Esse tema fez com que a maioria dos meus colegas tivesse muita dificuldade, já que a maioria dos outros trabalhos, nós já tinhámos um texto pré-pronto no qual poderíamos nos basear.

Mas eu, como na maioria das vezes, consegui uma boa enrrolação, o que proporcionou um texto, digamos, aceitável. Não bom, apenas aceitável.

Mas no decorrer do dia, fiquei pensando e discutindo sobre esse tema, e fiquei entusiasmada em fazer um texto sobre isso aqui no blog, já que eu o abandonei nos últimos dias.

Felicidade. O que é felicidade para você? Isso é algo muito relativo. O que me proporciona uma enorme felicidade pode ser totalmente insignificante para você, o que não faz de você um(a) grande idiota. Só somos diferentes. E como acontece com tudo na vida, com a felicidade não é diferente.

Dicionário:
Felicidade é qualidade ou estado de feliz, ventura, contentamento.

Eu sou do tipo de pessoa que leva a vida numa boa, dando risada de tudo e todos, mas nem eu, que me considero uma "boba alegre", consigo levar tudo na brincadeira. Tenho meus momentos de depressão e raiva, momentos em que minha vontade de que o mundo acabe em barranco é muito maior do que minha vontade de sorrir. Mas o mau humor não leva a nada. 

Cabe a cada um saber o quão próximo está ou pretende estar da felicidade. Isso é algo pessoal, algo que você não pode dividir nem mesmo com suas amigas, sua família ou seu(ua) namorado(a). É algo único e exclusivo seu.

Pense em como tudo dá errado, em como o mundo parece estar de pernas para o ar quando você acorda com o pé esquerdo. Percebeu? Isso se deve ao fato de que nada na vida se torna mais díficil por você ser mau humorada(o) demais, ou mais fácil por estar feliz demais. Tudo depende de um equilíbrio entre os dois extremos. 

Não seja um bobo-alegre que dá risada de tudo, faz piada de tudo, e nem seja idiota em achar que o mundo acabará dentro de um buraco negro em 2012. A vida é feita de equilíbrio.

"Todas as misérias verdadeiras são interiores e causadas por nós mesmos. Erradamente, julgamos que elas vêm de fora, mas nós é que as formamos dentro de nós, com a nossa própria substância."
(Jacques Anatole France, poeta e romancista francês)

"A vida é uma tragédia quando vista de perto, mas uma comédia quando vista de longe."
(Charlie Chaplin)

"Nenhuma pessoa, nenhuma das coisas com que lidamos pode satisfazer plenamente o nosso desejo de bem, de felicidade, de beleza. Em primeiro lugar porque não são perfeitas (só a ilusão pode, temporariamente, fazer-nos ver nelas a perfeição). Depois, porque não são incorruptíveis nem eternas: apodrecem, gastam-se, engelham-se, engordam, quebram-se, ganham rugas… terminam.
Aquilo que procuramos – faz parte da nossa estrutura, não o podemos evitar – é perfeito e não tem fim. E não nos contentamos com menos de que isso. É por essa razão que nos desiludimos e que de novo nos iludimos: andamos à procura…
De resto, se todos ambicionamos um bem perfeito e eterno, ele deve existir. Só pode acontecer que exista. Mas deve ser preciso procurar num lugar mais adequado."
(Paulo Geraldo)

"Quando tentamos aplicar receitas fáceis àquilo em que se joga a nossa felicidade, não resolvemos nada. Essas “soluções” simples para dificuldades grandes acabam por ser formas de fugir e não de enfrentar: semeiam frequentemente tragédias em nós e à nossa volta, ainda que só se notem mais tarde, e transferem o nosso problema pessoal para o terreno pantanoso das torturas interiores, dos remorsos, da depressão, do vazio, do desespero."
(Paulo Geraldo)

Qualquer que tenha sido o trajecto percorrido, chegámos a um estado no qual se pretendeu desvincular a felicidade do comportamento. A felicidade foi associada, em vez disso, a ter coisas, a ter comodidade, a ter prazer. O que se conseguiu com isso foi esta multidão feita de pessoas tristes, apesar do altivo aspecto exterior. E uma vida superficialmente mais fácil, mas dolorosamente amarga no interior do coração: tantos suicídios, tanta droga, tanta necessidade de barulho e de agitação, tantas pessoas incapazes de estarem a sós consigo mesmas…"
(Paulo Geraldo)


 Beijinhos.

sábado, 21 de agosto de 2010

Ser humano e suas mil faces.

Postado por Babi às 00:19
Reações: 
1 Comente aqui.
Olá pessoas,

já faz um tempo razoável que eu não escrevo nada aqui, então, como surgiu um assunto muito legal para eu poder desenvolver aqui, vim correndo - não literalmente, já que estou com uma gripe que não permite nem que eu me movimente rápido quanto mais correr.

Então, como o próprio título do post sugere, vim falar sobre o ser humano - antes que venham me encher o pau de beijo porque a carapuça serviu, tudo que eu vou escrever aqui será de uma maneira geral, não de uma pessoa em especial, ficou claro?

Eu tenho que dizer que sou fã do ser humano. Sério mesmo. É o único ser que mata por matar, literalmente caga para o próximo, fala com você como se fossem melhores amigos mesmo tendo um ódio mortal por você, e ainda conseguem durmir de consiência tranquila. Isso é digno de admiração.

Mas às vezes, mesmo eu que obviamente uso de algumas "qualidades" do ser humano, fico admirada com a cara de pau das pessoas. Sério, estou aqui quase fazendo xixi na calça de tanto que eu dou risada da cara dessas pessoas, mas ao invêz disso eu devia fazer, sei lá, uma religião em homenagem a esse tipo de gente. Uma pessoas que fala mal de você e depois vem te abraçar e te beijar tem que ser homenageada, ou dirigida a algum hospital psiquiátrico o quanto antes.  

A melhor parte disso tudo, é que eu adoro virar o feitiço contra o feiticeiro, sabe? Nossa, adoro. Amo ver a cara de tacho da pessoa, eu me sinto até mais feliz, como se tivesse realmente mudado alguma coisa no mundo. Da mesma maneira que a miss universo deseja a paz mundial, eu desejo que essa gente queime no fogo do inferno.

Mas essas características humanas estão mais presentes, ou pelo menos mais evidentes no ambiente escolar. Esse ganha o prêmio. Eu gosto de sentar em um banco e observar as atitudes das pessoas. Cansei de ver "amiguinha" comprimentando dando beijinho do rosto e depois que se afasta, faz um comentário e franze o nariz tipo "nossa, ela ta ridícula hoje!". Adoro. Eu até estava comentando que eu tenho muita vontade de fazer uma tese sobre comportamento humano, super legal.

Estou rindo demais aqui lembrando das cenas.

Antes que esse post fique patético demais - ou incriminador demais - vou parar por aqui. Além de que eu estou quase morrendo de gripe, eu estava até andando com um rolo de papel higiênico debaixo do braço. - pelo menos não são aqueles lencinhos nojetos. Tá ,parei.


Beijok's

Música de hoje:

Don't trust me - 3oh!3

Para descontrair:


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Infância

Postado por Babi às 20:48
Reações: 
1 Comente aqui.
Olá pessoas,

antes de tudo gostaria de comemorar, já que este é o post de nº 100 aêaê!

Fim das comemorações, começo do verdadeiro post:

Infância, é aquela época em que tudo era mais divertido, quando apenas um a volta no gira-gira ou um empinar de pipa já era o suficiente para nos deixar felizes por muito tempo. Tudo era muito mais fácil, mas simples.

Com o passar do tempo, nos tornamos adolescentes, e aquilo que nos divertia antes, já não tem a menor graça, já faz parte do passado (agora a moda é, é namorar pelado - não podia perder essa chance). Agora, fazer aquilo que você fazia antes e que te deixava feliz, é como assinar um atestado de "suicida social". Pois afinal, o "legal" de ser adolescente é sair com os amigos para a "night".

Claro, isso é o que acontece com adolescente "normais", e graças a Deus eu estou longe disso. Ainda bem. Tenho um guarda-roupa cheio de bonecas que me acompanharam desde sempre e que ainda estão comigo. Tenho bichinhos de pelúcia que trato como se fossem meus filhos. E isso não faz de mim uma idiota. Ou faz? Não importa. Sou muito feliz assim, até mais feliz do que muito "bacanão" ai que se julga crescidinho.

Sou uma eterna criança no corpo de uma jovem adulta. E não faço questão nenhuma de mudar isso, afinal, quem disse que eu queria crescer? Ser "adulto" é muito chato, cheio de problemas e preocupações. Não quero isso para mim, pelo menos não agora.

"Criança" virou um tipo de xingamento entre os adolescentes, virou algo do que deveríamos sentir vergonha. Agora, me explica uma coisa: qual é o problema em brincar de pega-pega na frente da escola, ou na rua de casa, ou até mesmo sentar em uma rodinha e ficar a noite inteira contando piada, ao invés de criar um RG falso para poder comprar bebida, sentar em uma rodinha e dividir o mesmo "baseado"?

Ser criança não é tão ruim quanto alguns pensam. Imaginem uma vida onde a maior preocupação da sua vida fosse "Onde me esconder no esconde-esconde"? Séria muito legal né?!
É óbvio que eu tenho desejos adolescentes também. De que planeta vocês acham que eu vim? Me apaixono, dou "uns cato", dou alok etc. Só estou dizendo que não tem nada de ruim em ser criança às vezes. É divertido, experimente!

Temos muito tempo ainda pela frente. Podemos esperar um pouquinho mais para nos transformar em adultos. Por enquanto vou me divertindo e curtindo minha infância prologada.

Beijinhos.

Música de hoje:

Mudaram as estações - Cássia Eller.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Amor

Postado por Babi às 21:25
Reações: 
0 Comente aqui.
Olá pessoas,

não sei porque, talvez seja a música levemente deprimente que eu estou escutando agora, mas fiquei com uma vontade espontânea de escrever sobre amor. Sim, amor. Mais especificamente - amor platônico. Como essa vontade nem sempre se mostra tão presente como agora, é melhor eu escrever logo.


Quem nunca se apaixonou na vida, não uma, mas várias vezes. Mas muitas dessas vezes, esse "amor" se mostra impossivel de ser correspondido, como por exemplo quando você assiste um filme super romântico e depois fica duas semanas suspirando por aquele ator. 


Esse "amor" é algo platônico que no dicionário quer dizer na acepção vulgar, toda a relação afetuosa em que se abstrai o elemento sexual, idealizada, por elementos de gêneros diferentes - como num caso de amizade pura, entre duas pessoas. 


Isso explica o fato pelo qual Crepúsculo virou "febre" entre meninas de 12 a 16 anos, cujo hormônios estão saindo pelos poros. 


Explicando melhor: A autora do livro teve a brilhante idéia de criar um "vampiro" cujas características conseguem atender à todos os desejos femininos dessa faixa etária.


Que menina, mesmo mais velha do que isso, não quer um homem como antigamente? Aquele que traz flores, abre a porta do carro, é romântico etc. Tudo aquilo que uma mulher quer, mas quando sai do cinema e cai no mundo real, se depara com um cara que fala "tá ligado?" e "dae princesa?". Que tesão essa criatura vai ter na vida? É por isso que essas meninas procuram um cara que seja perfeito para elas, com todas as características que ela deseja. E é por isso, que muitas vezes o melhor a se fazer é se apaixonar por uma fantasia.


Não que o amor platônico seja só quando se sente atração por uma estrela de Hollywood. O termo Amor platonicus foi pela primeira vez utilizado, como um sinônimo de amor socrático. Ambas as expressões significam um amor centrado na beleza do caráter e na inteligência de uma pessoa, em vez de em seus atributos físicos. Referem-se ao laço especial de afeto entre dois homens a que Platão tinha se referido num de seus diálogos, exemplificando-o com o afeto que havia entre Sócrates e seus discípulos homens, em particular entre Sócrates e Alcibíades

O amor platônico passou a ser entendido como um amor à distância, que não se aproxima, não toca, não envolve. Reveste-se de fantasias e de idealização. O objeto do amor é o ser perfeito, detentor de todas as boas qualidades e sem máculas. Parece que o amor platônico distancia-se da realidade e, como foge do real, mistura-se com o mundo do sonho e da fantasia.
Ocorre de maneira freqüente na adolescência e em adultos jovens, principalmente nos indivíduos mais tímidos, introvertidos, que sentem uma maior dificuldade de aproximar-se do objeto de amor, por insegurança, imaturidade ou inibição do ponto de vista emocional.

Ou seja, a expressão "amor platônico" é quando você "se apaixona" pelo caráter da pessoa e não pela sua beleza e nem pelos seus atributos físicos. Só que com o passar do tempo, essa idéia foi tomando outro rumo, e hoje, amor platônico é aquele amor que julgamos impossível, fantasioso.


Amor platônico não é necessáriamente gostar de um ator ou um jogador de futebol( hipoteticamente, nada a ver comigo okay!), afinal, quem nunca sentiu uma atração por um professor? Aquele que é tão legal, que você acaba confundindo admiração com amor? Pois é, isso é um amor platônico. Não que "sonhar" com um professor não seja relativamente mais fácil do que "sonhar" com o Robert Pattinson.


Enfim, para quem não tinha nada para falar/escrever até que eu escrevi bastante né? Espero que esse post tenha sido esclarecedor, e aposto que muitos dos leitores se encaixaram nesse perfil de amor.


Fico por aqui. Câmbio desligo.
Beijinhos.


Música de hoje:


Hanging by a moment e You and me - Lifehouse.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Santástico; Virei avó

Postado por Babi às 22:26
Reações: 
0 Comente aqui.
Olá pessoas,

esse meu post vai ser bem curto e grosso, pois graças ao frio, meus dedos estão ficando cada vez mais imperceptíveis.

Começando com o meu Santástico, que mesmo não jogando tão bem ontem, levou mais um campeonato esse ano e ainda tem vaga garantida na Libertadores do ano que vem. Legal né? Pra mim sim, já que sou torcedora fanática. Tá, não tão fanática assim.

Como se não bastasse o taça da Copa do Brasil, o Ganso ainda levou o prêmio de melhor jogador da competição e o Neymar ganhou de artilheiro do campeonato com 11 gols. Aiai, como eu amo esse time, e como eu amo esses dois (seleção, desculpaaê) - mais especificamente Ganso.

Esse fato já deixou minha vida muito mais feliz, mas isso também não bastou.

Fui durmir acho que era meia noite e meia, e fiquei muito surpresa ao ser acordada pela minha mãe a uma e trinta e seis da manhã:

- WHAT FUCK IS THAT?
- A Suzy Anne está tendo os bebês dela  agora (para quem não sabe, Suzy Anne é uma das minhas cachorras - ficou estranha essa frase)

Pulei da cama. Literalmente.

Só sei que estou acima do plano da felicidade. Tá, nem tanto, afinal, nunca tinha visto filhotinhos tão chorões - e lindos - antes. Mas estou mais feliz do que o normal, o que é bom, agora eu sou avó.

Enfim, acho que já escrevi mais do que eu havia planejado. Era para ser curta e grossa, mas como vocês já devem saber, eu não consigo ficar nas poucas palavras.

Beijinhos.

Música de hoje:
You are my sunshine - vários interpretes.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Adolescência: sexo, drogas e bebida.

Postado por Babi às 16:34
Reações: 
0 Comente aqui.
Olá pessoas,

hoje vou falar/escrever sobre uma coisa que ao final desse post muitos dos adolescentes que lêem meu blog vão me achar uma avó em um corpo de uma menina de 17 anos. Mas fazer o que?! Eu realmente me acho mais evoluida do que alguns adolescentes.

Muitos, ao chegar na adolescência (detalhe: não é nem maioridade, é adolescência) querem colocar esse fato em evidência. Como fazem isso? Fumando maconha, bebendo litros, ficando chapados, dando mais do que chuchu na cerca. Enfim, acham que dessa forma vão parecer tipo os reis da selva dos adolescentes babacas. 

Eu realmente nem imagino o que se passa na cabeça desses adolescentes (nossa, estou parecendo minha avó), sério, que graça vai ter quando eles chegarem aos 20 e tantos anos com o fígado todo ferrado? Eu não vejo vantagem nesse tipo de comportamento.

Tá, as crianças ao entrarem na adolescencia perdem cerca de 20% dos neurônios que atuam na área do prazer, e é esse o motivo pelo qual os adolescentes ficam tão pamonhas. Eles querem buscar novas "aventuras" para suprir aqueles neurônios que todos nós perdemos. Até ai tudo bem, mas me diz: porque ao invèz de fumar maconha, beber cachaça e dirigir depois, eles simplismente não andam de montanha russa? Não é muito mais divertido? Muito mais saudável?

Eu não sou uma pessoa normal, nunca fui, e nunca vou ser. Então deve ser por esse motivo que eu não vejo a mínima graça em fumar ou beber (ou os dois juntos). Essa é a minha humilde opinião, não que eu nunca tenha bebido, eu já tive meus baixos. Mas o que eu estou querendo dizer é que os adolescentes estão perdendo todo o tempo deles fazendo coisas que mais tarde eles vão se arrepender de ter feito. E isso não é legal.

Canse de ouvir, quando eu estava no meu canto com minhas depressões, que eu deveria ir à alguma balada. Fala sério meu. Dês de quando todos os problemas se resolvem dançando créu? Eu devo ser alguém a frente do meu tempo, sei lá. Vai ver eu sou muito preocupada com o futuro e não aproveito a adolescência, sei lá, deve ter alguma explicação. Só sei que meus pais nunca precisaram se preocupar pensando se eu estaria fumando atrás do ginásio da escola, ou caida de bêbada em alguma sarjeta, e isso vai permanecer como está. Não me importo. 

Acho que a melhor maneira de demonstrar o quão idiotas são as atitudes desses que se dizem "popzinhos" que fumam, bebem, matam aula, vai ser quando esses virem seus colegas que eles julgavam "idiotas, imbecis, cdf's, sem vida social" estiverem formados e com um ótimo emprego e eles empacotando compras em um superminimercado.

Agora falando especialmente para as meninas: ao decorrer dos anos, as meninas perderam quase todo o seu valor (não generalizando, óbvio). Meninas de 11 e 12 anos bebendo, fumando e perdendo a virgindade. Com 12 anos eu brincava de boneca, caramba. Esses mesmas meninas, com toneladas de maquiagem no rosto, com os cabelos descoloridos, unhas pintadas de vermelho puta. 

Sério, não querendo parecer a velha coroca, mas vocês tem que se dar valor. Se vocês não se valorizam, como vocês querem exigir isso de alguém? Meninas, pelo amor de Deus, não façam isso com vocês. A infância é uma época que muitas pessoas gostariam de ter de volta, mas não podem. Brinquem de boneca, esconde-esconde, Hot weels, sei lá... sejam crianças.


Acho que falei tudo que eu gostaria de ter falado.

Ah! O resultado da enquete foi o seguinte:

O que você faz quando está com insônia?

83% disseram que falam sozinhos ou decoram falas que gostariam de dizer a outra pessoa.

16% ficam no computador.

E como se fosse novidade, ninguém lê.

Beijinhos.


Música de hoje:
 

Just older - Bon Jovi.

 

Esse é o MEU conto de fadas. Copyright © 2010 Designed by Ipietoon Blogger Template Sponsored by Emocutez