quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Amor

Postado por Babi às 21:25
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Olá pessoas,

não sei porque, talvez seja a música levemente deprimente que eu estou escutando agora, mas fiquei com uma vontade espontânea de escrever sobre amor. Sim, amor. Mais especificamente - amor platônico. Como essa vontade nem sempre se mostra tão presente como agora, é melhor eu escrever logo.


Quem nunca se apaixonou na vida, não uma, mas várias vezes. Mas muitas dessas vezes, esse "amor" se mostra impossivel de ser correspondido, como por exemplo quando você assiste um filme super romântico e depois fica duas semanas suspirando por aquele ator. 


Esse "amor" é algo platônico que no dicionário quer dizer na acepção vulgar, toda a relação afetuosa em que se abstrai o elemento sexual, idealizada, por elementos de gêneros diferentes - como num caso de amizade pura, entre duas pessoas. 


Isso explica o fato pelo qual Crepúsculo virou "febre" entre meninas de 12 a 16 anos, cujo hormônios estão saindo pelos poros. 


Explicando melhor: A autora do livro teve a brilhante idéia de criar um "vampiro" cujas características conseguem atender à todos os desejos femininos dessa faixa etária.


Que menina, mesmo mais velha do que isso, não quer um homem como antigamente? Aquele que traz flores, abre a porta do carro, é romântico etc. Tudo aquilo que uma mulher quer, mas quando sai do cinema e cai no mundo real, se depara com um cara que fala "tá ligado?" e "dae princesa?". Que tesão essa criatura vai ter na vida? É por isso que essas meninas procuram um cara que seja perfeito para elas, com todas as características que ela deseja. E é por isso, que muitas vezes o melhor a se fazer é se apaixonar por uma fantasia.


Não que o amor platônico seja só quando se sente atração por uma estrela de Hollywood. O termo Amor platonicus foi pela primeira vez utilizado, como um sinônimo de amor socrático. Ambas as expressões significam um amor centrado na beleza do caráter e na inteligência de uma pessoa, em vez de em seus atributos físicos. Referem-se ao laço especial de afeto entre dois homens a que Platão tinha se referido num de seus diálogos, exemplificando-o com o afeto que havia entre Sócrates e seus discípulos homens, em particular entre Sócrates e Alcibíades

O amor platônico passou a ser entendido como um amor à distância, que não se aproxima, não toca, não envolve. Reveste-se de fantasias e de idealização. O objeto do amor é o ser perfeito, detentor de todas as boas qualidades e sem máculas. Parece que o amor platônico distancia-se da realidade e, como foge do real, mistura-se com o mundo do sonho e da fantasia.
Ocorre de maneira freqüente na adolescência e em adultos jovens, principalmente nos indivíduos mais tímidos, introvertidos, que sentem uma maior dificuldade de aproximar-se do objeto de amor, por insegurança, imaturidade ou inibição do ponto de vista emocional.

Ou seja, a expressão "amor platônico" é quando você "se apaixona" pelo caráter da pessoa e não pela sua beleza e nem pelos seus atributos físicos. Só que com o passar do tempo, essa idéia foi tomando outro rumo, e hoje, amor platônico é aquele amor que julgamos impossível, fantasioso.


Amor platônico não é necessáriamente gostar de um ator ou um jogador de futebol( hipoteticamente, nada a ver comigo okay!), afinal, quem nunca sentiu uma atração por um professor? Aquele que é tão legal, que você acaba confundindo admiração com amor? Pois é, isso é um amor platônico. Não que "sonhar" com um professor não seja relativamente mais fácil do que "sonhar" com o Robert Pattinson.


Enfim, para quem não tinha nada para falar/escrever até que eu escrevi bastante né? Espero que esse post tenha sido esclarecedor, e aposto que muitos dos leitores se encaixaram nesse perfil de amor.


Fico por aqui. Câmbio desligo.
Beijinhos.


Música de hoje:


Hanging by a moment e You and me - Lifehouse.

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