Olá pessoas,
então gente, hoje eu esgotei minha cota de inspiração fazendo minha resenha para a aula de Ética Profissional. Mas como eu não quero deixar de cumprir minha promessa, resolvi postar aqui meu conto de horror favorito escrito por W. W. Jacob e publicado por ele em 1902.
Mas como o texto é muito extenso, basta clicar aqui e lê-lo na íntegra.
Espero que gostem tanto quanto eu gosto.
Semana que vem eu volto para dar dicas de livros do mês de Agosto com suas respectivas críticas feitas por mim. Prometo que será algo muito mais digno.
Beijos,
Câmbio Desligo
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domingo, 28 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Passagem rápida
Olá pessoas,
eu sei que eu prometi um post semanal, publicados aos sábados ou domingos. Mas esse aqui, como diz o título, é só uma passagem rápida.
Eu estava dando uma olhadinha nos sites de notícias, quando me deparei com um pragrama, criado pelo site da Pedigree da Nova Zelândia, onde você coloca uma foto sua e o programa encontra o cachorrinho que é a sua cara.
O site é em inglês, mas a linguagem do programa é extremamente simples. Para entrar no site, basta clicar aqui e se divirta.
Espero que tenham gostado.
Beijos e até o próximo FDS.
Câmbio desligo.
eu sei que eu prometi um post semanal, publicados aos sábados ou domingos. Mas esse aqui, como diz o título, é só uma passagem rápida.
Eu estava dando uma olhadinha nos sites de notícias, quando me deparei com um pragrama, criado pelo site da Pedigree da Nova Zelândia, onde você coloca uma foto sua e o programa encontra o cachorrinho que é a sua cara.
O site é em inglês, mas a linguagem do programa é extremamente simples. Para entrar no site, basta clicar aqui e se divirta.
Espero que tenham gostado.
Beijos e até o próximo FDS.
Câmbio desligo.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Voltando...
Estava sentindo uma ansiedade estranha nessa última semana, e só hoje pude perceber que estou com saudades. Sim, ansiedade causada pela saudade. Saudade de escrever aqui, de contar um ou outro caso que valha a pena ou nem valha.
Muitas coisas boas me aconteceram nesses últimos meses e estou louca para escrever sobre. Mas me falta tempo. Sim, a velha desculpa da falta de algumas/várias horas a mais no meu dia.
Estou preparando um post bem legal contando as principais novidades e algumas coisinhas que estou preparando para colocar no blog. A única coisa que eu posso adiantar é que teremos coisas novas todas as semanas, eu juro. Coisas relacionadas a assuntos não antes tratados aqui no Blog. Mas enfim, calo-me por aqui mesmo.
Muito obrigada aos leitores fiéis que eu sei que não me abandonaram quando eu os abandonei.
Beijinhos especiais a todos.
P.S. Lembrando que a caixa de mensagens do meu formspring permanece no cantinho da tela para qualquer eventual pergunta.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Mais um dia.
Sabe quando bate aquele desânimo? Quando você não tem vontade de fazer nada, nem aquilo que antes te dava prazer (não é o que vocês estão pensando, estou falando de ler/escrever... pessoinhas, pessoinhas, aiaiai). Então, estou assim ultimamente. Devem ser os hormônios ou sei lá, deve existir outra desculpa idiota para minhas mudanças de humor constantes e minha preguiça crônica, ou talvez, seja apenas o meu gênio, o meu jeito deve ser assim.
Não, acho que não. Até pouco tempo eu acordava animada sabendo que ia encontrar meus amigos e os professores mais fofos do mundo. Mas hoje em dia? Hoje em dia acordo desanimada, pensando no onibus lotado, nas várias pessoas que entram e saem batendo com suas bolsas em minha cabeça como se eu nem estivesse lá. Pensando bem, talvez eu nem esteja mesmo. Talvez eu esteja apenas com meu corpo presente, com o pensamento em outro lugar, talvez na cama ainda. Fico com raiva cada vez que o ônibus para, e entram mais pessoas onde já não existe oxigênio para aqueles que já estavam ali. Engulo as palavras. Deve ser isso que ajuda o ataque da minha gastrite.
Posso parecer mal humorada, mas não me faz nem um pouco bem chegar num lugar onde as pessoas me olham estranho, como se eu não fizesse parte desse país, ou talvez, nem fizesse parte desse planeta. Talvez eu não faça mesmo.
Nossa, outro texto cheio de "talvez", eu deveria pensar menos em possibilidades e agir mais. Uma hora eu aprendo.
Não, acho que não. Até pouco tempo eu acordava animada sabendo que ia encontrar meus amigos e os professores mais fofos do mundo. Mas hoje em dia? Hoje em dia acordo desanimada, pensando no onibus lotado, nas várias pessoas que entram e saem batendo com suas bolsas em minha cabeça como se eu nem estivesse lá. Pensando bem, talvez eu nem esteja mesmo. Talvez eu esteja apenas com meu corpo presente, com o pensamento em outro lugar, talvez na cama ainda. Fico com raiva cada vez que o ônibus para, e entram mais pessoas onde já não existe oxigênio para aqueles que já estavam ali. Engulo as palavras. Deve ser isso que ajuda o ataque da minha gastrite.
Posso parecer mal humorada, mas não me faz nem um pouco bem chegar num lugar onde as pessoas me olham estranho, como se eu não fizesse parte desse país, ou talvez, nem fizesse parte desse planeta. Talvez eu não faça mesmo.
Nossa, outro texto cheio de "talvez", eu deveria pensar menos em possibilidades e agir mais. Uma hora eu aprendo.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Você
Como eu poderia amar outra pessoa, se o único que me faz feliz é você? O único que me faz rir de uma maneira diferente, me faz sentir aquele friozinho na barriga todas as vezes que sorri, me fez ter as mais belas tardes mesmo quando o céu não está tão azul e o sol brilha tímido por trás das nuvens. É você.
Você é aquele que mesmo não sendo o modelo da campanha primavera/verão ainda é perfeito, perfeito pra mim. "A tarefa mais difícil é aprender a esquecer a quem aprendemos a
amar." Aprendi a te amar, amar seus defeitos, amar seu cheiro, seu sorriso, seu cabelo, tudo. Como eu poderia esquecer disso? Como esquecer o que você me faz sentir? É bom demais sentir saudade de você, esperar ansiosamente a sua chegada.
amar." Aprendi a te amar, amar seus defeitos, amar seu cheiro, seu sorriso, seu cabelo, tudo. Como eu poderia esquecer disso? Como esquecer o que você me faz sentir? É bom demais sentir saudade de você, esperar ansiosamente a sua chegada. Tenho que dizer que nunca me senti assim, nunca acreditei que amizade pudesse virar amor, nunca imaginei que pudesse me apaixonar por você.
Mas a vida nos mostra coisas que às vezes demoramos a entender, demoramos a decifrar. Te amo, simples assim. Ou não tão simples.
"It's undeniable that we should be together
It's unbelievable how I used to say that I'd fall never
The basis you need to know, if you don't know just how I feel
Then let me show you now that I'm for real
If all things in time, time will reveal
Yeah
One... you're like a dream come true
Two... just wanna be with you
Three... girl it's plain to see that you're the only one for me and
Four... repeat steps one through three
Five... make you fall in love with me
If ever I believe my work is done then I start back at one."
segunda-feira, 4 de abril de 2011
"Sozinho, meu pensamento focaliza em alguém...
Deixo-o livre, e de repente meu coração aperta. Mas não estou triste, pelo contrário, deixo escapar um sorriso. Comer não me parece tão importante, agora me sinto alimentado por outra coisa. Acordo sempre com os mesmos pensamentos, e os mesmos me impulsionam a ter um grande dia. Quando te vejo sinto coisas estranhas, mas boas. Quando falo com você minha cabeça pensa direito, mas minhas palavras saem embaralhadas, e minhas mãos ficam suando. Meu pensamento focaliza alguém, esse alguém é você. É, estou amando."
Bob Marley
Bob Marley
sábado, 19 de março de 2011
Que vai ser quando crescer?
Vivem perguntando em redor. Que é ser?
É ter um corpo, um jeito, um nome?
Tenho os três. E sou?
Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito?
Ou a gente só principia a ser quando cresce?
É terrível, ser?
Dói? É bom? É triste?
Ser; pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas?
Repito: Ser, Ser, Ser. Er. R.
Que vou ser quando crescer?
Sou obrigado a? Posso escolher?
Não dá para entender. Não vou ser.
Vou crescer assim mesmo.
Sem ser Esquecer.
Carlos Drummond de Andrade
É ter um corpo, um jeito, um nome?
Tenho os três. E sou?
Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito?
Ou a gente só principia a ser quando cresce?
É terrível, ser?
Dói? É bom? É triste?
Ser; pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas?
Repito: Ser, Ser, Ser. Er. R.
Que vou ser quando crescer?
Sou obrigado a? Posso escolher?
Não dá para entender. Não vou ser.
Vou crescer assim mesmo.
Sem ser Esquecer.
Carlos Drummond de Andrade
sábado, 5 de março de 2011
Mesmices
Um novo dia mas sempre a mesma rotina.
Levanto-me aos tropeços e meio cambaleante arrumo meu cabelo, com preguiça demais para penteá-los, desambaraço-os com os dedos. Coloco algo que seja confortável o bastante e tomo meu café da manhã. No ônibus, que pego às pressas, vejo os mesmo rostos já conhecidos. As mesmas manias, as mesmas maneiras de se vestir, as mesmas pessoas e aquele mesmo jovem casal que me deixa com inveja por não ter quem me dê um ombro para que eu possa dar uma leve cochilada.
Com os olhos ainda ofuscados pelo sol matutino e pelo leve sono que ainda me possui, consigo avistar aquele mesmo ponto de ônibus, com aquela mesma propaganda que já está desbotada pelo tempo.
Desço do ônibus meio desajeitada, e avisto aquelas mesmas pessoas naquele mesmo barzinho de madeira tomando seu café da manhã. Desejo me juntar a eles, afinal, parecem tão alegres discutindo o resultado do jogo do dia anterior. Chego até aquele mesmo portão de ferro, onde aquele mesmo homem varre delicadamente a calçada com aquela mesma vassoura velha, enquando aquelas mesmas crianças chegam para mais um dia de aula.
Algumas chorando, e outras pulando felizes comprimentando os coleguinhas. O que me faz lembrar da minha infância, quando era eu quem chorava por estar sendo deixada pelos meus pais.
Mais uns minutos se passam e vou até a sala, onde espero ansiosamente a chegada daquela mesma pessoa, que me deixa com aquele mesmo frio na barriga. Ele chega. Mais do que nunca desejo que ele sente ao meu lado. Mas não. Ele senta na mesma cadeira costumeira, exatamente na minha frente. Fico feliz, pelo menos posso olhá-lo. Vez ou outra ele olha pra trás e eu lhe dou um sorriso amarelo. A aula acaba e eu me vou até aquele mesmo ponto de ônibus, com aquelas mesmas pessoas que apressadas buscam espaço para poder voltar para casa. E eu, entro naquele mesmo ônibus, com aquele mesmo cobrador rabugento que com um olhar carrancudo me deseja um bom dia.
Bom dia? Não, eu só quero voltar para casa e acabar logo com essas mesmices.
Levanto-me aos tropeços e meio cambaleante arrumo meu cabelo, com preguiça demais para penteá-los, desambaraço-os com os dedos. Coloco algo que seja confortável o bastante e tomo meu café da manhã. No ônibus, que pego às pressas, vejo os mesmo rostos já conhecidos. As mesmas manias, as mesmas maneiras de se vestir, as mesmas pessoas e aquele mesmo jovem casal que me deixa com inveja por não ter quem me dê um ombro para que eu possa dar uma leve cochilada.
Com os olhos ainda ofuscados pelo sol matutino e pelo leve sono que ainda me possui, consigo avistar aquele mesmo ponto de ônibus, com aquela mesma propaganda que já está desbotada pelo tempo.
Desço do ônibus meio desajeitada, e avisto aquelas mesmas pessoas naquele mesmo barzinho de madeira tomando seu café da manhã. Desejo me juntar a eles, afinal, parecem tão alegres discutindo o resultado do jogo do dia anterior. Chego até aquele mesmo portão de ferro, onde aquele mesmo homem varre delicadamente a calçada com aquela mesma vassoura velha, enquando aquelas mesmas crianças chegam para mais um dia de aula.
Algumas chorando, e outras pulando felizes comprimentando os coleguinhas. O que me faz lembrar da minha infância, quando era eu quem chorava por estar sendo deixada pelos meus pais.
Mais uns minutos se passam e vou até a sala, onde espero ansiosamente a chegada daquela mesma pessoa, que me deixa com aquele mesmo frio na barriga. Ele chega. Mais do que nunca desejo que ele sente ao meu lado. Mas não. Ele senta na mesma cadeira costumeira, exatamente na minha frente. Fico feliz, pelo menos posso olhá-lo. Vez ou outra ele olha pra trás e eu lhe dou um sorriso amarelo. A aula acaba e eu me vou até aquele mesmo ponto de ônibus, com aquelas mesmas pessoas que apressadas buscam espaço para poder voltar para casa. E eu, entro naquele mesmo ônibus, com aquele mesmo cobrador rabugento que com um olhar carrancudo me deseja um bom dia.
Bom dia? Não, eu só quero voltar para casa e acabar logo com essas mesmices.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Sem títulos para isso
Em pleno século XXI, e eu ainda sofro preconceito por ser mulher. Como cheguei a essa conclusão? Por experiência, claro.
Vou explicar: aqui em casa somos em 4 homens e 2 mulheres, ou seja, o problema começa aí. Somos em minoria (mas só aqui em casa mesmo, pois estudos indicam que existem cerca de 10 mulheres para cada homem, parabéns para vocês rapazes, estão levando vantagem até nisso). Por eu ser a única filha menina, eu deveria ter alguns privilégios, certo? Errado. Todos os serviços domésticos ficam nas minhas costas, já que minha mãe trabalha. E sabe qual é a explicação pra isso? Papai explica: "você é mulher!"
AHHHHHHHHHHH claro, agora está explicado. Creio que muitas outras meninas passam pelo mesmo problema que eu. Irmãos folgados e pais puxa saco (claro que nunca é o seu saco). Como já diria minha avó: "Eu já não nasci homem que é pra não ter saco" e o que mais me torra a paciência é essa coisa de "você tem que fazer isso porque você é menina" "menina leva mais jeito com serviços domésticos" e blábláblá. Eu não nasci sabendo varrer e lavar louça poxa.
Depois reclama que eu sou do tipo de menina que quando toca o pé no chão, o diabo pensa "Oh droga, ela acordou!"
Agora, mudando de pato pra ganso: me desculpem não ter escrito durante todos esses dias, mas como eu comentei no meu twitter, eu fui pra São Paulo visitar meus avós, e não tinha certeza se eu teria acesso a internet lá. Como vocês já devem ter percebido, eu não tive. Mas agora eu estou de volta, com a cabeça refrescada e cheia de inspiração para post's futuros.
Por hoje é só. Câmbio desligo.
Vou explicar: aqui em casa somos em 4 homens e 2 mulheres, ou seja, o problema começa aí. Somos em minoria (mas só aqui em casa mesmo, pois estudos indicam que existem cerca de 10 mulheres para cada homem, parabéns para vocês rapazes, estão levando vantagem até nisso). Por eu ser a única filha menina, eu deveria ter alguns privilégios, certo? Errado. Todos os serviços domésticos ficam nas minhas costas, já que minha mãe trabalha. E sabe qual é a explicação pra isso? Papai explica: "você é mulher!"
AHHHHHHHHHHH claro, agora está explicado. Creio que muitas outras meninas passam pelo mesmo problema que eu. Irmãos folgados e pais puxa saco (claro que nunca é o seu saco). Como já diria minha avó: "Eu já não nasci homem que é pra não ter saco" e o que mais me torra a paciência é essa coisa de "você tem que fazer isso porque você é menina" "menina leva mais jeito com serviços domésticos" e blábláblá. Eu não nasci sabendo varrer e lavar louça poxa.
Depois reclama que eu sou do tipo de menina que quando toca o pé no chão, o diabo pensa "Oh droga, ela acordou!"
Agora, mudando de pato pra ganso: me desculpem não ter escrito durante todos esses dias, mas como eu comentei no meu twitter, eu fui pra São Paulo visitar meus avós, e não tinha certeza se eu teria acesso a internet lá. Como vocês já devem ter percebido, eu não tive. Mas agora eu estou de volta, com a cabeça refrescada e cheia de inspiração para post's futuros.
Por hoje é só. Câmbio desligo.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Luar
Hoje eu parei para observar a lua, não estava cheia, mas estava lá. Parei e pensei no motivo pelo qual não presto mais atenção nela. Ela está ali todos os dias, e só hoje parei para observá-la.
E tive a impressão de que ele estava ali comigo, mesmo não estando de verdade, ele estava ali, assim como a Lua, pois a mesma Lua que me atrai a atenção aqui, é a Lua que está sobre ele nesse momento. E isso me deixou mais próxima dele, me fez sentir a felicidade que eu já não sentia a semanas.
E tive a impressão de que ele estava ali comigo, mesmo não estando de verdade, ele estava ali, assim como a Lua, pois a mesma Lua que me atrai a atenção aqui, é a Lua que está sobre ele nesse momento. E isso me deixou mais próxima dele, me fez sentir a felicidade que eu já não sentia a semanas.
E descobri que amo a Lua assim como eu o amo.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
...
Com tudo que vem acontecendo comigo, com meus antigos novos sentimentos e todo o resto, creio que ficou mais fácil para eu me abrir, pelo menos aqui no blog.
Acho que sempre fui fechada, e talvéz seja essa a causa de todos os meus problemas, se não todos, pelo menos de alguns deles.
Peguei um caderno novo, todas as folhas em branco. Talvez eu queira escrever uma nova história, acho que cansei das antigas reclamações, dos problemas antigos, dos velhos amores... talvez eu queira direcionar minha história para um novo final, diferente daquele que eu estava trilhando. Talvez eu queria menos "talvezes" na minha vida.
Quero olhar para trás e saber que fui forte o bastante para mudar o meu rumo. Cansei de olhar para páginas em branco sem saber o que fazer com elas. Quero escrever mais, quero me arriscar mais. Essa é minha melhor terapia, ou a melhor maneira de me abrir mesmo que com pessoas que talvez eu nem conheça.
Por enquanto é só. Por enquanto.
Acho que sempre fui fechada, e talvéz seja essa a causa de todos os meus problemas, se não todos, pelo menos de alguns deles.
Peguei um caderno novo, todas as folhas em branco. Talvez eu queira escrever uma nova história, acho que cansei das antigas reclamações, dos problemas antigos, dos velhos amores... talvez eu queira direcionar minha história para um novo final, diferente daquele que eu estava trilhando. Talvez eu queria menos "talvezes" na minha vida.
Quero olhar para trás e saber que fui forte o bastante para mudar o meu rumo. Cansei de olhar para páginas em branco sem saber o que fazer com elas. Quero escrever mais, quero me arriscar mais. Essa é minha melhor terapia, ou a melhor maneira de me abrir mesmo que com pessoas que talvez eu nem conheça.
Por enquanto é só. Por enquanto.
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Aleatórios.,
Eu.,
Tipicamente Adolescente.,
Todos nós passamos por isso.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
O tempo...
Esse post eu escrevi e coloquei no blog em 2009, aliás, foi um dos primeiros que eu escrevi. E como estou quase sem imaginação, resolvi colocar esse post mesmo, que eu admito que ficou bonzinho até.
Enjoy.
O tempo, para alguns passa rápido demais. Para outros, devagar demais. Mas para todos ele não para.
Tem dias que você curte o dia inteiro, que ele passa tão rápido, parecendo que você acabou de levantar da cama. Mas tem dias, que você se pergunta "Porque eu levantei hoje?". Mas a cada dia, o tempo parece mais curto, os cabelos vão ficando grisalhos, sua pele vai enrrugando, seus joelhos já não aguentam permanecer em pé por muito tempo, você se olha no espelho e se vê diferente. Você já não está jovem, já não pode correr, pular, já não pode fazer coisas que a 20 anos você faria com o pé nas costas.
É, o tempo não para. A cada dia que passa, vamos ficando mais velhos, mais cansados, mais doentes. Tem dias que você curte a vida adoidado como se o mundo fosse acabar amanhã, você ainda tem planos que precisam ser realizados. Mas tem outros dias, em que você acorda imaginando o por que do mundo não ter acabado ainda, afinal, você não tem mais nada para fazer aqui.
Tem dias que você liga a televisão, vê que inventaram uma nova cura para alguma doença, imagina que o mundo ainda tem salvação. Mas tem dias, em que você liga a televisão, e vê que mais pessoas morreram nas mãos de bandidos, e imagina que o mundo já está perdido.
O tempo para alguns é rápido demais. Para outros, lento demais. Mas para todos, o tempo não para.
Enjoy.
O tempo, para alguns passa rápido demais. Para outros, devagar demais. Mas para todos ele não para.
Tem dias que você curte o dia inteiro, que ele passa tão rápido, parecendo que você acabou de levantar da cama. Mas tem dias, que você se pergunta "Porque eu levantei hoje?". Mas a cada dia, o tempo parece mais curto, os cabelos vão ficando grisalhos, sua pele vai enrrugando, seus joelhos já não aguentam permanecer em pé por muito tempo, você se olha no espelho e se vê diferente. Você já não está jovem, já não pode correr, pular, já não pode fazer coisas que a 20 anos você faria com o pé nas costas.
É, o tempo não para. A cada dia que passa, vamos ficando mais velhos, mais cansados, mais doentes. Tem dias que você curte a vida adoidado como se o mundo fosse acabar amanhã, você ainda tem planos que precisam ser realizados. Mas tem outros dias, em que você acorda imaginando o por que do mundo não ter acabado ainda, afinal, você não tem mais nada para fazer aqui.
Tem dias que você liga a televisão, vê que inventaram uma nova cura para alguma doença, imagina que o mundo ainda tem salvação. Mas tem dias, em que você liga a televisão, e vê que mais pessoas morreram nas mãos de bandidos, e imagina que o mundo já está perdido.
O tempo para alguns é rápido demais. Para outros, lento demais. Mas para todos, o tempo não para.
Categories
Aleatórios.,
É chato mais acontece.,
Eu.,
Papo Furado.,
Todos nós passamos por isso.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Ano novo, vida nova...
e quem realmente acredita nisso? Você terá a mesma vida. Me desculpe se estraguei alguma crença, mas é a pura verdade.
A propósito,
FELIZ ANO NOVO.
A propósito,
Categories
Aleatórios.,
Datas especiais.,
Eu.
domingo, 26 de dezembro de 2010
.
Sabe o que é estar sentindo uma vontade enorme de colocar algo para fora e não tem a mínima idéia de como fazê-lo, nem tão pouco, o motivo dessa vontade repentina? Então, estou me sentindo assim hoje.
Estou com vontade de escrever, escrever sobre qualquer coisa. Escrever sobre a vida, talvez. Não sei bem ao certo. Gostaria de saber.
Sabe quando a agonia te deixa desesperada por respostas que você não tem. Como poderia? Eu não tenho nem as perguntas.
Estou com vontade de escrever, escrever sobre qualquer coisa. Escrever sobre a vida, talvez. Não sei bem ao certo. Gostaria de saber.
Sabe quando a agonia te deixa desesperada por respostas que você não tem. Como poderia? Eu não tenho nem as perguntas.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Palavras, apenas.
"Estar apaixonado pode ser muito enraçado, agente fica sem noção..." e cada dia mais eu concordo com isso. Eu sinceramente não sei o que me levou a abrir essa página e a começar a escrever. Só sei que estou aqui.
Eu sou uma pessoa de poucas palavras. Prefiro assim. Mas quando eu realmente me interesso pelo que estou escrevendo, não me censuro. Apenas escrevo. Escrevo para me curar de mágoas, escrevo para me abrir, escrevo por mim, escrevo para mim.
Queria ter o poder das palavras, de com elas poder transmitir tudo que penso sobre tudo. Mas como disse anteriormente, não tenho opinião formada sobre tudo. Como poderia?
Acho que sei o que me trouxe até aqui. Foi o amor. O amor pelas palavras, o amor pelo poder que sinto ao coloca-las em ordem formando pequenos textos sem noção. É... o amor faz com que agente faça coisas idiotas, mas mesmo assim fazemos, pois por mais idiotas que possam parecer, essa é uma imagem que os outros terão de nós. E quem se importa?
Queria também poder me expressar tão facilmente como faço aqui. Mas aqui é tão mais simples. Posso dizer abertamente que estou apaixonada sem o medo de não ser recíproco. É libertador. Tão mais fácil. Quem não prefere essa simplicidade?
Creio que não estou preparada para ser reconhecida pelo meu uso de palavras. Como teria tal audácia. Não sou tão boa assim. Nem sequer sou relamente boa. Sou apenas eu, escrevendo para mim.
Eu sou uma pessoa de poucas palavras. Prefiro assim. Mas quando eu realmente me interesso pelo que estou escrevendo, não me censuro. Apenas escrevo. Escrevo para me curar de mágoas, escrevo para me abrir, escrevo por mim, escrevo para mim.
Queria ter o poder das palavras, de com elas poder transmitir tudo que penso sobre tudo. Mas como disse anteriormente, não tenho opinião formada sobre tudo. Como poderia?
Acho que sei o que me trouxe até aqui. Foi o amor. O amor pelas palavras, o amor pelo poder que sinto ao coloca-las em ordem formando pequenos textos sem noção. É... o amor faz com que agente faça coisas idiotas, mas mesmo assim fazemos, pois por mais idiotas que possam parecer, essa é uma imagem que os outros terão de nós. E quem se importa?
Queria também poder me expressar tão facilmente como faço aqui. Mas aqui é tão mais simples. Posso dizer abertamente que estou apaixonada sem o medo de não ser recíproco. É libertador. Tão mais fácil. Quem não prefere essa simplicidade?
Creio que não estou preparada para ser reconhecida pelo meu uso de palavras. Como teria tal audácia. Não sou tão boa assim. Nem sequer sou relamente boa. Sou apenas eu, escrevendo para mim.
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domingo, 19 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
Conto de fada do século XXI
Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela. O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER
Veríssimo.
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela. O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER
Veríssimo.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Pesâmes...
- Porque levá-lá tão cedo? - os familiares e amigos se perguntavam o tempo todo quando eu adentrei à sala onde estava o caixão. Todas as pessoas que eu conhecia e alguns que eu nunca tinha visto estavam ali, chorando.
Quando olhei para um canto mais reservado da sala, consegui ver, ao longe, a mãe que secava incontáveis vezes seu rosto lavado em lágrimas enquanto se fazia a mesma pergunta. Me aproximei, abaixei para olhar diretamente nos olhos dela, que mesmo embebidos em lágrimas, olharam de volta. Sequei uma nova lágrima que acabará que cair com um pequeno lencindo de pano que eu havia levado.
- Obrigada por vir! - me disse quase sem voz.
- Ela era uma irmã para mim, a sonhora sabe. - respondi tentando manter minha voz o mais normal possível, diante da mãe da minha melhor amiga.
- Não entendo. Os médicos me falaram que ela havia melhorado. Porque Deus quis levá-la de mim? -agora sua voz parecia mais forte apesar dos pequenos soluços.
- Ela era especial, tinha um sorriso que mais ninguém tinha...
- Então porque? - perguntou novamente.
- Não posso te dar uma resposta concreta, mas na minha opinião, Deus a quis perto dele. Tudo acontece por algum motivo, ele deve ter tido o dele.
- Vai ver ele queria ver aqueles pés horrorosos mais de perto - disse dando uma pequena risada discreta ao lembrar das constantes reclamações do tipo "Manhê, esse sapato fica horrível no meu pé" "A única coisa que eu mudaria no meu corpo são meus pés"...
- Ela não precisará mais de pés, pois ganhará asas que permitirão sua ida a todos os lugares que sonhou, como num passe de mágica.
Quando olhei para um canto mais reservado da sala, consegui ver, ao longe, a mãe que secava incontáveis vezes seu rosto lavado em lágrimas enquanto se fazia a mesma pergunta. Me aproximei, abaixei para olhar diretamente nos olhos dela, que mesmo embebidos em lágrimas, olharam de volta. Sequei uma nova lágrima que acabará que cair com um pequeno lencindo de pano que eu havia levado.
- Obrigada por vir! - me disse quase sem voz.
- Ela era uma irmã para mim, a sonhora sabe. - respondi tentando manter minha voz o mais normal possível, diante da mãe da minha melhor amiga.
- Não entendo. Os médicos me falaram que ela havia melhorado. Porque Deus quis levá-la de mim? -agora sua voz parecia mais forte apesar dos pequenos soluços.
- Ela era especial, tinha um sorriso que mais ninguém tinha...
- Então porque? - perguntou novamente.
- Não posso te dar uma resposta concreta, mas na minha opinião, Deus a quis perto dele. Tudo acontece por algum motivo, ele deve ter tido o dele.
- Vai ver ele queria ver aqueles pés horrorosos mais de perto - disse dando uma pequena risada discreta ao lembrar das constantes reclamações do tipo "Manhê, esse sapato fica horrível no meu pé" "A única coisa que eu mudaria no meu corpo são meus pés"...
- Ela não precisará mais de pés, pois ganhará asas que permitirão sua ida a todos os lugares que sonhou, como num passe de mágica.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Crônica do Amor
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
Arnaldo Jabor
Música de hoje:
Since I don't have you - Guns N'Roses
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
Arnaldo Jabor
Música de hoje:
Since I don't have you - Guns N'Roses
terça-feira, 30 de novembro de 2010
- Eu me apaixono...
explicou ele pegando suas mãos e apertando com força. – De novo e de novo. E todas as vezes tudo acaba de maneira catastrófica.
- Olhe para Mim- Implorou Daniel. – Agora é que fica Difícil.
Luce abriu os Olhos.
- A pessoa por quem me apaixono todas as vezes é você.
Livro: Fallen
- Olhe para Mim- Implorou Daniel. – Agora é que fica Difícil.
Luce abriu os Olhos.
- A pessoa por quem me apaixono todas as vezes é você.
Livro: Fallen
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